RICARDO VALVERDE FOTO

A noite de abertura da primeira edição o “Festival Brasileira 6 e meia” propõe uma mistura entre o clássico, o choro e a MPB, unindo o virtuosismo do vibrafonista Ricardo Valverde e a voz leve e delicada de um dos principais nomes da nova MPB, a cantora paulistana Tiê. E para encerrar a noite, um verdadeiro arrastão musical com o Grupo de Percussão Iyá-Batá ao ritmo do Maracatu, levando o público no “Cordel Brasileira” até a rua! ENTRADA GRATUITA – senhas distribuídas 1h antes.

Ricardo Valverde.
O vibrafonista criou o show “Teclas no Choro” para desenvolver novas possibilidades para o vibrafone e o estilo choro. Acompanhado dos músicos Silvia Goes (teclado), Ivani Sabino (baixo) e Pepa D ‘Lia (bateria), Valverde explora novas possibilidades timbristicas e faz releituras de composições de nomes consagrados do choro brasileiro como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho e K-Ximbinho. Para dar um toque atual, o vibrafonista também inclui no repertório composições próprias. Mais: www.teclasnochoro.wix.com

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Tiê (show de abertura). Conhecida como uma das principais cantoras da nova MPB, Tiê segue mantendo sua identidade musical com a característica leveza e tranquilidade na voz. Em 2014 a cantora se prepara para lançar o terceiro álbum da carreira que trará melodias mais pesadas misturando o folk e o rock and roll. O disco contará com participações especiais nas composições de Tim Bernardes (O Terno) e David Byrne, Taci Barros e Irina Bertolucci (Garotas Suecas), Mauro Refosco (percussionista do Red Hot Chilli Peppers) e do Atoms for Peace (projeto de Thom Yorke, vocalista do Radiohead). Mais: www.rosaflamingo.com

Grupo de Percussão Iyá-Batá. Composto por Mestre Dinho Gonçalves (regente e arranjador), Bel Besse, Blec Paulo, Carlinha, Júlia, Michell Siandela, Yuri Alexander e David Mariano, o grupo se caracteriza pela pesquisa de ritmos genuinamente brasileiros. Durante todos os dias do Festival, eles puxarão o “Cordel Brasileira”, verdadeiro arrastão rítmico que levará o público, ao final de cada noite, do Centro Cultural dos Correios para a rua.

 



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