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Mais misturas marcam a penúltima noite de “Brasileira 6 e meia”. É a vez dos meninos da banda Seu Chico que, mesclando ritmos, homenageiam um dos baluartes da MPB: Chico Buarque de Holanda. É também a vez do som nostálgico e da performance personalíssima de Thiago Pethit. E mais uma vez, a música ganha as ruas com o “Cordel Brasileira” capitaneado pelo Grupo de Percussão Iyá-Batá que arrasta o público no ritmo do afro-bembê. ENTRADA GRATUITA – senhas distribuídas 1h antes.

petiA Banda Seu Chico é um grupo pernambucano que resolveu resgatar a qualidade da música brasileira nas composições de Chico Buarque e colocá-la nas boates, festa e eventos do Brasil. O grupo é formado por Tibério Azul (vocal), Bruno Cupim (percussão), Negro Grilo e Amendoim (percussão), Rodrigo Samico (Violão 7 cordas), Vinícius Sarmento (violão) e pelo prodigioso pianista Vitor Araújo (Prêmio APCA de 2008), além de músicos convidados. A valorização da percussão é uma máxima nas releituras, escancarando a influência dos morros pernambucanos através dos ritmos como afoxé, maracatu, samba, e outros citados durante o show.

 

Thiago Pethit (show de abertura). É cantor, compositor e ator, influenciado por Leonard Cohen, Tom Waits, Mutantes, dentre outros. Em 2008, lançou o EP “Em Outro Lugar”, com músicas em português, inglês e francês (“Essa Canção Francesa”, gravada com a cantora paulistana Tiê). Em 2010, veio o primeiro CD, “Berlim, Texas”, com 11 músicas autorais gravadas ao longo de 2009, em São Paulo, com produção de Yuri Kalil (Cidadão Instigado). O álbum conta com direção artística do jornalista multimídia Jackson Aráujo e traz entre os destaques “Mapa-Mundi”, cujo videoclipe tem cenas gravadas em oito países diferentes e direção de Renata Chebel.juliana_P1030062_A_redu

Juliana Valverde Começou sua carreira em 2005, ingressando na antiga ULM na categoria ‘Canto Popular’ com Patrícia Scobar. Como compositora, tem canções nos CDs solo “Bareta” e “O meu Pé não entende o chão’ e no CD de Bia Góes, ‘Do outro lado do Quintal’. Como diretora artística cuidou da concepção estética-musical do 1º aplicativo de folclore do escritor Ricardo Azevedo. Teve participação no CD do compositor e cantor Roberto Mendes, com “Deus Saudade’. Com esse artista, fez algumas participações em shows e trios elétricos, cantando ‘Chula’. Faz shows com frequência na cidade de São Paulo.

ÔCTÔCTÔ. Formado por oito jovens instrumentistas, o Ôctôctô nasceu em 2008 nos corredores do Departamento de Música da USP e desde então tem procurado renovar a escrita e interpretação de música brasileira contemporânea. Contando com uma formação singular composta por madeiras (flauta e saxofone), metais (trompete, trombone) e sessão rítmica (guitarra, piano, contrabaixo e bateria), o grupo pretende estabelecer um amplo diálogo entre as áreas popular e erudita, as quais fazem parte da atividade musical de cada um de seus componentes. O Ôctôctô é formado por Cibele Palopoli (flauta), Luis Santiago Malaga (saxofone), Felipe Roque (trompete), Edinaldo dos Santos (trombone), Yuri Prado (guitarra), Márcio Modesto. www.octocto.com.br

Grupo de Percussão Iyá-Batá. Composto por Mestre Dinho Gonçalves (regente e arranjador), Bel Besse, Blec Paulo, Carlinha, Júlia, Michell Siandela, Yuri Alexander e David Mariano, o grupo se caracteriza pela pesquisa de ritmos genuinamente brasileiros. Durante todos os dias do Festival, eles puxarão o “Cordel Brasileira”, verdadeiro arrastão rítmico que levará o público, ao final de cada noite, do Centro Cultural dos Correios para a rua.

 



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